Comunicação, na ISO 9001 (cláusula 7.4), é o requisito de determinar as comunicações internas e externas pertinentes ao SGQ, definindo o quê comunicar, quando, com quem, como e quem comunica. Internamente, isso cobre o fluxo de informação que faz o sistema funcionar: indicadores e metas, mudanças de processo e de documento, resultados de auditoria, tratamento de não conformidades, decisões da análise crítica.
O requisito existe porque falha de comunicação é causa raiz recorrente de problema de qualidade: a produção não soube da alteração do desenho, o turno da noite não recebeu o alerta do defeito do turno do dia, a expedição não viu o bloqueio do lote. A norma não exige plano formal de comunicação, mas em auditoria os rastros aparecem — ou não: quadros de gestão à vista atualizados, atas com distribuição definida, registros de reunião de turno.
Na prática, uma matriz simples atende o requisito e organiza a rotina: o quê (indicador mensal, mudança de processo, alerta de qualidade), quem emite, para quem, por qual canal e com que frequência. O ponto crítico industrial é a passagem de turno e a comunicação de mudanças — crie um canal obrigatório e com confirmação para alertas de qualidade (peça suspeita, desenho novo, cliente reclamou) em vez de confiar no repasse verbal.
Para aplicar este conceito no dia a dia, use a ferramenta Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001 no PrismaBiz — plataforma de gestão da qualidade do mesmo ecossistema da Anders Tech.
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