Conscientização é o requisito da cláusula 7.3 da ISO 9001: as pessoas que trabalham sob controle da organização devem estar conscientes da política da qualidade, dos objetivos da qualidade pertinentes ao seu trabalho, da sua contribuição para a eficácia do SGQ — incluindo os benefícios de melhorar o desempenho — e das implicações de não estar conforme com os requisitos do sistema.
A diferença para competência é sutil e importante: competência é saber fazer; conscientização é entender por que importa. O operador consciente sabe o que acontece se pular a inspeção (peça ruim chega ao cliente, a empresa perde o contrato que paga o salário dele) e como o indicador do seu setor se conecta ao objetivo da empresa. O requisito vale também para terceirizados e temporários que trabalham sob controle da organização.
Na prática, conscientização não se resolve com palestra anual e prova de dez perguntas — se constrói nos rituais: reunião rápida de turno comentando o indicador da área, feedback quando um problema de qualidade acontece (o que causou, o que custou), divulgação de melhorias e resultados. Na auditoria, o teste é direto: o auditor pergunta ao operador "o que a política da qualidade significa no seu trabalho?" e "o que acontece se essa etapa falhar?". As respostas mostram se houve comunicação ou só treinamento protocolar.
Para aplicar este conceito no dia a dia, use a ferramenta Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001 no PrismaBiz — plataforma de gestão da qualidade do mesmo ecossistema da Anders Tech.
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