Kanban ("cartão" ou "sinal visual", em japonês) é o sistema de controle puxado de produção e reposição criado na Toyota: a etapa seguinte do processo sinaliza, por meio de um cartão ou marcação visual, quando e quanto a etapa anterior deve produzir ou repor. Nada é produzido sem sinal — o consumo real do cliente puxa a produção, em vez de uma previsão empurrar estoque.
Na fábrica, o kanban aparece como cartões acompanhando contenedores, quadros com faixas verde-amarelo-vermelho para itens de estoque, ou duas caixas no posto (esvaziou uma, repõe). O mesmo princípio foi adotado pela gestão de trabalho e por times de software: um quadro com colunas (a fazer, fazendo, feito) e limite de trabalho em andamento (WIP), que expõe gargalos e evita começar dez coisas sem terminar nenhuma.
Na prática, o kanban físico é imbatível para itens de consumo recorrente — parafusos, embalagens, componentes padronizados — eliminando tanto a falta quanto o excesso sem depender de sistema. Dimensione o número de cartões pela demanda e pelo tempo de reposição, e revise periodicamente: kanban com cartão demais é estoque disfarçado; com cartão de menos, parada de linha.
Para aplicar este conceito no dia a dia, use a ferramenta Plano de Ação 5W2H no PrismaBiz — plataforma de gestão da qualidade do mesmo ecossistema da Anders Tech.
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