Na auditoria de certificação, as não conformidades são classificadas por gravidade. Não conformidade maior é a falha que compromete a capacidade do sistema de alcançar os resultados pretendidos: um requisito da norma ausente ou não implementado (nenhuma auditoria interna realizada, nenhum controle de saída não conforme), um colapso sistêmico de disciplina, ou um conjunto de menores no mesmo requisito indicando falha estrutural. Menor é a falha pontual, isolada, que não derruba o sistema: um registro faltando, um instrumento fora do plano, um documento desatualizado em um posto.
A consequência é diferente: a maior impede a emissão (ou sustenta a suspensão) do certificado até que a ação corretiva seja implementada e verificada pelo organismo — às vezes com nova visita; a menor exige plano de ação corretiva aprovado, com implementação verificada na auditoria seguinte.
Na prática, maiores em auditoria inicial quase sempre denunciam sistema jovem demais — rodou poucos meses, sem ciclo completo de auditoria interna e análise crítica. É prevenível com cronograma honesto. Já o padrão perigoso nas manutenções é a reincidência: a mesma menor apontada duas vezes tende a ser promovida a maior, porque prova que a ação corretiva anterior não funcionou. Trate toda menor como ensaio da maior que ela pode virar.
Para aplicar este conceito no dia a dia, use a ferramenta Gestão de Não Conformidades (8D + Ishikawa) no PrismaBiz — plataforma de gestão da qualidade do mesmo ecossistema da Anders Tech.
Abrir Gestão de Não Conformidades (8D + Ishikawa) no PrismaBiz →